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Lenora, sabes que sem ti não sou nada,
O teu lindo olhar, pleno de magia,
Teus lábios provocavam idolatria,
E a vida preparou uma cilada.
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Foi-se pra longe toda paz ornada,
Restou pra mim apenas chuva fria,
Sobrou-me apenas melancolia,
E uma memória mais do que dourada...
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Eu vivo presente na tua falta,
Sabendo que tu não voltas jamais.
Tu te furtaste às luzes da ribalta,
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E amanheci desolado no cais,
Pois eu olhei para as palmeiras altas,
E a ave negra a dizer: "nunca mais"!
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Francisco Settineri.
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