sábado, 3 de setembro de 2011

Eletrocardiodrama




Como o teria nas mãos,
Se ele todo se contorce por ti,
A cada minuto, em cada
Olhar que encaminho,
Sideral e aflito,
Para a imagem sonhada?

Procuro tirar todo peso
Dos ombros, para que só restes
Tu, morena, que nada pesas, e,
Nunca presa, seja eu a presa
Desse teu tão amado sorriso.

Não mais vinho e taças!
Puro mato, onde tua alma
Me abrace, e finalmente
Possa eu sonhar sorrindo.


Francisco Settineri.

Um comentário:

Reflexo em Coisas de Mulher disse...

Nem vou comentar...
me tirou a fala.
Bjins