domingo, 11 de março de 2012

Alva lua



A alva lua
brilha nos campos.
Espio sua luz,
e lembro em sonhos
daquela que surge calada.

Oh! bem-amada!

Reflete-se na grama,
e perfila-se imprecisa
Ao vento que assobia!

É hora, o mocho pia...

Assim como desce
a calma infinita
do pensamento
que a lua frisa.

Não lamentemos:
É a hora precisa.

Francisco Settineri.

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